ALIENÍGENAS ESTÃO SE COMUNICANDO COM FEIXES DE NEUTRINO?

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1 Resultado

  1. Geraldo Sousa disse:

    Se Einstein estiver errado, muitos dos atuais mistérios da física podem ser explicados…

    Alguns dos mistérios hoje enfrentados pela física clássica e quântica, na minha humilde opinião poderiam ser melhor explicados se partíssemos de outras premissas a respeito da luz, espaço e tempo, que acabaram virando “profecias” a serem provadas pelos atuais cientistas, nada contra, mas acredito que devemos abrir nossas mentes, para tentarmos de forma isenta dos pensamentos de Einstein, entender melhor o que realmente acontece.
    CONCEITUANDO PRIMEIRAMENTE O ESPAÇO QUANTO A MOVIMENTAÇÃO QUE NELE OCORRE:
    ESPAÇO MATERIAL – LOCAL ONDE OCORRE A MOVIMENTAÇÃO DE PARTÍCULAS
    ESPAÇO QUANTICO – LOCAL ONDE OCORRE A MOVIMENTAÇÃO DE SUBPARTÍCULAS
    VÁCUO QUÂNTICO – LOCAL ONDE NADA PODE SE MOVIMENTAR

    ESPAÇO/TEMPO
    O Espaço Quântico para mim é um mar, um oceano de subpartículas que podem momentaneamente herdar as propriedades de outras subpartículas ao serem “tocadas por estas” e criar o que chamamos de “onda” interativa. E é neste plano que se movem as subpartículas, diferente do nosso plano de movimentação, o que ocasiona algumas implicações, implicações estas que podem explicar, segundo o meu ponto de vista, alguns dos atuais mistérios, em particular da velocidade da luz e de outros ligados a física quântica, uma analogia poderia ser feita com a movimentação das ondas sonoras pelo Espaço Material, onde há particulas, que permitem que o som se propague interagindo com estas.
    O Tempo para mim, diferentemente do Espaço que é uma entidade física, é apenas uma referência criada por nós e não possui nenhuma ligação “oculta” com o Espaço, como sugere a Teoria da Relatividade, ligação esta criada, na minha opinião exclusivamente para poder explicar a velocidade da luz.
    Mas vamos tentar entender através desta ótica a velocidade da luz e a sua constância e vamos abaixo reproduzir aquele experimento clássico:
    Ex.
    Um homem viajando em um carro a 60km p/h lança um bola de tênis, digamos a 1km p/hora através da janela, sabemos que a velocidade da bola será somada a velocidade do carro, ou seja será de 61km p/hora.
    Se este mesmo homem acender a lanterna de seu carro a luz proveniente desta viajará sempre a velocidade da luz, aproximadamente 300.000 km p/s e não se somara a velocidade do carro, não importando qual ela seja, a velocidade da luz permanecera constante.
    Imaginem agora que sejam 1.000.000 de carros fazendo isto, todos viajando a mesma velocidade, mais em momentos diferentes, o que irá acontecer com a velocidade da luz?
    Bom, segundo a Teoria da Relatividade, a velocidade da luz permanecerá constante e o Espaço/Tempo se ajustará para atender a cada uma das emissões…Para mim isto soa muito estranho, meio “assombração”.
    Mas imaginem o seguinte cenário, a luz, diferentemente do carro, não está viajando no mesmo plano que o carro, que se movimenta no Espaço Material, ela ao invés disto, está se movendo, digamos assim dentro do Espaço Quântico, interagindo com as subpartículas deste, passando temporariamente as suas propriedades as subpartículas que toca, e estas passando as subjacentes criando o que chamamos de “onda” e esta interação se dá a velocidade dita da luz e daí a sua constância, não importando de onde ela parta, a interação começa ali.
    Tambem fazendo uma analogia, poderíamos comparar o Espaço a um fio conduzindo a eletricidade, se ao invés de utilizarmos uma fonte de luz, utilizássemos uma fonte de eletricidade e este fio estivesse paralelo ao carro, a eletricidade estaria fluindo através dele na velocidade da luz, mas ela independe da velocidade do carro, onde tocamos o fio (ou ligamos a fonte de luz) é onde ela começa, e obviamente o fio não encolhe ou estica para manter a velocidade. Este é o conceito de movimento em planos diferentes.
    Ao observarmos a movimentação da luz, com a utilização de câmeras ultrarrápidas podemos observar este efeito temporário, onde subpartículas temporariamente viram fótons que vão passando suas propriedades a subpartículas a sua frente e subjacentes, e as que vão ficando para trás, vão perdendo as propriedades, para realizar isto o fóton perde energia gradativamente, causando o que se convencionou chamar de “Efeito Hubble: ou “Red Shift”. Isto vale também para qualquer subpartícula que esteja viajando pelo Espaço, como elétrons por exemplo.
    Aproveitando esta explicação, gostaria de incluir aqui também a famosa experiência da “fenda dupla”, vamos nos fazer valer do exemplo clássico novamente:
    Ex.
    Um homem lança bolas de boliche através de um local onde foi colocado um anteparo com duas fendas, o que se espera é que as bolas passem por uma fenda ou pela outra ou que seja rebatida pelo anteparo caso não consiga passar e é exatamente o que acontece.
    Como repetimos a mesma experiência utilizando desta vez “elétrons” e se estivermos observando, ocorre exatamente a mesma coisa, mas o estranho é quando não estamos observando e temos a impressão de que os elétrons viraram ondas…novamente a “assombração”.
    Mas, novamente, mas… Imaginem isto sob o prisma da minha visão, os elétrons e os fótons, digamos assim, “brigam” pelo mesmo Espaço Quântico neste mar de subpartículas e quando estamos observando, e consequentemente injetando fótons, devido a velocidade de interação destes ser maior com as subpartículas, os elétrons interagem com o Espaço Quântico, mas as subpartículas que ele toca, são rapidamente substituídas pela dos fótons que tem maior velocidade, não deixando que se crie o efeito “onda”ou destruindo este efeito e os vemos como partículas. Ao deixarmos de observar, ou seja, de injetarmos fótons os elétrons acabam por interagir com as subpartículas do Espaço, criando então o efeito onda, gerando então o padrão de interferência observado.
    Partindo disto, só existem partículas e “onda” é o efeito da movimentação destas pelo Espaço.
    Ainda, mantendo este tema, já que estamos falando de Luz e Espaço, vou citar aqui a experiência que deu notoriedade ao Sr. Einstein em 29/05/1919, o famoso Eclipse de Sobral, onde o mesmo afirmou que “mesmo a luz, quando sujeita a grandes campos gravitacionais é curvada”, ora, sabemos que o fóton, não possui massa e das duas uma, ou admitimos que a gravidade também atua sobre corpos que não tem massa “assombração” ou admitimos que há algo errado novamente.
    O Espaço Quântico realmente se curva diante de grandes massas, rodeando-as, podemos dizer assim.
    Sabendo disto e que a luz caminha “dentro” do Espaço Quântico, não seria muito mais lógico que a luz esteja apenas seguindo o caminho deste e não se curvando pela atração da gravidade.
    Continuando, não posso deixar aqui de citar também a tal relação dita “provada” do Espaço/Tempo, é bom que se diga que acredito no resultado das experiências, mas acho que as conclusões é que não estão corretas…
    Eu falo a respeito da afirmação que a aceleração “diminui o tamanho da régua” ou que o “tempo passe mais vagarosamente” a medida que aceleramos, novamente, Tempo é somente um conceito! Tudo bem, ele faz parte da física, mas não é uma entidade física, por assim dizer.
    Ao colocarmos algo para medir o tempo em um objeto em movimento e outro em um objeto parado, realmente existe uma diferença, mas…
    Temos que lembrar aqui da Gravidade, ou seja, a gravidade está atuando de forma diferente em um objeto parado, daquela do objeto em movimento, causando a distorção pela menor interação com a gravidade, só isto.
    Não é possível “Viajar no Tempo”, pelo simples fato de que não é possível viajar em um conceito (só se tiver fumado umzinho!).
    Abram suas mentes e pelo menos testem novas teorias e conceitos na ciência por mais renomado que um cientista seja ele não é dono absoluto da verdade e a história tem provado isto.
    Se repensarmos o universo sobre esta nova perspectiva acredito que muito do não explicado, passara a ser mais facilmente entendido.
    O famoso BIG BANG, teoria esta aceita pela maioria esmagadora dos cientistas, elaborada pelo Sr. Georges Lemaítre, desde que foi proposta não compartilha de minha concordância, a razão é muito simples, se houve um BIG BANG, houve em algum lugar, teria que partir de um ponto determinado no espaço, o que não ocorre, afinal quando olhamos para para o espaço conseguimos ver a mesma distancia para todos os lados, a não ser que a TERRA seja este local. Tentando ser mais específico, vamos supor que exista um OBSERVADOR em um planeta que se localiza, digamos a 2 bilhões de anos luz da TERRA, se isto estivesse correto, teriamos que supor que este OBSERVADOR veria, arredondando a suposta idade do UNIVERSO para 14 bilhoes de anos, 16 bilhões de anos em uma direção e 12 bilhões em outra, bom, em resumo não bate, pelo fato de que por um feliz acaso estamos bem no meio. Agora vamos a INFLAÇÃO, esta ocorre a medida que o UNIVERSO expande, mas para o UNIVERSO expandir, salvo a hipótese que tenha alguem “soprando a bixiga” ela precisa ser alimentada para que ocorra. Partindo dai…sem se preocupar de como o UNIVERSO foi criado, que na minha opnião ainda não foi determinado, vamos primeiro falar de três dos maiores mistérios cosmológicos da atualidade, que são:
    1. BURACO NEGRO
    2. ENERGIA ESCURA
    3. MATERIA ESCURA
    O BURACO NEGRO, conforme a gravidade e o movimento circular vão destruindo a materia, cria-se o tal buraco negro, que trata-se do VACUO QUANTICO, dai a ausência da luz, que não pode se movimentar através dele, pela ausência de subpartículas, as subpartículas resultantes desta destruição, vão se incorporando ao ESPAÇO QUÂNTICO, fazendo com que haja a inflação do mesmo, ENERGIA ESCURA (e o Espaço se expande com estas injeções) e a presença destas subpartículas não visíveis dão a massa a MATERIA ESCURA.
    Abram suas mentes !